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Entre os dias 17 e 20 de outubro, a aluna Valêsca Moura, esteve em São Paulo para ministrar uma palestra sobre o trabalho desenvolvido com as crianças e jovens dentro da Fundação Casa Grande. A Oficina Brincando na Diversidade: Cultura na Infância
A aluna Valêsca Moura durante os dias 17 e 20 de outubro, participou da oficina Brincando na Diversidade: Cultura na Infância. O evento foi uma iniciativa da Rede Cultura Infância em parceria com a Fundação Orsa, Sesc SP e Ministério da Cultura. Em São Paulo pela primeira vez, pôde conhecer um pouco da capital, visitando ainda a ONG Cidade Escola Aprendiz e o instituto Itaú Cultural no dia 20.
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A viagem foi considerada por Valêsca como um aprendizado importante para o seu crescimento, pois está começando a dar “os seus primeiros passos”, num universo de “gente grande”.
Conheceu a grande cidade de São Paulo e saiu de lá maravilhada por tudo que viu. O modo de vida das pessoas, a geografia dos lugares, são bem diferentes de uma cidade de interior como Nova Olinda, no - Ceará: tudo é longe, é preciso usar o metrô e outros meios de transporte para chegar aos lugares.
A Oficina
Dentro de tantos novos olhares visto por ela, não poderia deixar de ficar atenta ao seu compromisso de representar a Fundação Casa Grande, na oficina Brincando na Diversidade, que aconteceu no Sesc Vila Mariana e reuniu 60 especialistas de todo o Brasil, entre educadores, artistas e ONGs que desenvolvem um trabalho ligado à cultura da infância. O objetivo de reunir todos esses especialistas foi de criar políticas publicas para a infância, para que as crianças passem a ser vistas como seres humanos importantes dentro da nossa sociedade.
Os pontos mais fortes dentro da oficina foram a questão do brincar, de como as crianças de hoje não usam mais a terra e os brinquedos populares feitos no quintal de casa pelo pai ou por um irmão mais velho. As crianças de cidades grandes ou até do interior, estão perdendo o brincar em sua primeira infância, que é de zero a seis anos, pois a mídia e as tecnologias em geral estão freqüentes no dia-a-dia dessas crianças e isso mexe bastante com o desenvolvimento delas. O que vêem na televisão, quererem fazer parecido, usar a roupa que está na moda, ou até participar de programas de televisão.
E durante esses três dias os especialistas, tiveram como missão propor mudanças para essa realidade. Dentro da oficina, além das palestras foram criados grupos de trabalho para decidir em conjunto novas propostas. Eram três: Fomento, Memória e Comunicação. Eles foram responsáveis por criar diretrizes e ações para cada tema. E para a finalização da oficina todos os participante deram sua opinião dentro das diretrizes e ações sobre o que precisava melhorar. O próximo passo é levar as propostas para o Ministério da Cultura para serem aprovadas. A Rede Cultura Infância continuará fazendo com que os especialistas continuem mantendo contato e propondo novas propostas.
Andanças por São Paulo
Com o seu dever de casa feito e com o objetivo da oficina concluída, Valêsca, no seu último dia em São Paulo, conheceu outras iniciativas culturais. Uma delas é ONG Cidade Escola Aprendiz, situada na Vila Madalena, que desenvolve um trabalho com jovens na área de educomunicação. Ela foi convidada para ter uma conversa com os jovens do Aprendiz, sobre a Fundação Casa Grande, focando no programa de comunicação, o que acabou gerando um momento de intercâmbio com os alunos jovens.
Saindo da Vila Madalena, foi para a Avenida Paulista conhecer a sede do Itaú Cultural, instituto que desenvolve projetos na área de cultura, abrindo editais para sua programação. Lá foi recebida por Marina Silveira, Renata Bitencoult e Edson Natale. |