Projeto reconhece a condição de deficiência aos portadores de doença falciforme – Notícias

img20230530163203768

18/07/2023 – 14:06  

Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Magalhães: “É notório que a doença diminui a capacidade laborativa do portador”

O Projeto de Lei 1301/23 reconhece a condição de deficiência aos portadores de doença falciforme para todos os efeitos legais. A doença falciforme é uma condição genética que causa alteração na forma das células do sangue, comprometendo o transporte de oxigênio para o cérebro, pulmões, rins e outros órgãos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima o nascimento de 2,5 mil bebês com a doença por ano. É reconhecida pela organização como um grave problema de saúde pública mundial, com grande impacto na morbimortalidade da população afetada. O diagnóstico precoce, essencial para o tratamento da doença, pode ser realizado com o Teste do Pezinho, exame gratuito realizado nas maternidades de todo o país durante a Triagem Neonatal.

O autor do projeto, deputado Clodoaldo Magalhães (PV-PE), explica que, embora a anemia falciforme não esteja no rol de moléstias consideradas como deficiência física, é notório que se trata de uma doença que reduz, demasiadamente, a capacidade laborativa do portador.

“A grande quantidade de brasileiros com condições genéticas de apresentarem essa enfermidade e as complicações incapacitantes dela decorrentes são o que nos motiva a apresentar a proposta, para que as pessoas portadoras de doença falciforme sejam reconhecidas na condição de pessoa com deficiência para todos os efeitos legais, visando garantir aos doentes os benefícios necessários que podem contribuir para a melhora de sua qualidade de vida e de seus respectivos cuidadores”, justifica Magalhães.

Tramitação
O texto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; Saúde; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara Dos Deputados

Entra em vigor lei que institui estratégia de apoio ao Programa Mais Médicos – Notícias

img20210712121308924

17/07/2023 – 13:08  

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Para ingressar no programa, médicos formados no exterior não precisarão fazer a revalidação do diploma

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, a Lei 14.621/23, que institui a Estratégia Nacional de Formação de Especialistas para a Saúde no âmbito do Programa Mais Médicos. Oriundo da Medida Provisória 1165/23, a lei foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União na sexta-feira (14).

A nova lei contempla várias mudanças feitas pelo Congresso, na comissão mista que analisou a MP, sob a relatoria da senadora Zenaide Maia (PSD-RN), e depois na Câmara dos Deputados. Um dos trechos alterados trata da revalidação dos diplomas para médicos (brasileiros ou estrangeiros) formados fora do Brasil.

Profissionais formados no exterior não precisarão fazer a revalidação do diploma para participar do Mais Médicos. Mas após o prazo básico de quatro anos, a eventual prorrogação da participação desses profissionais no programa, por igual período, só será possível com a apresentação do diploma revalidado.

A nova lei determina que o exame Revalida, uma das etapas para obtenção do registro para o exercício da medicina no Brasil pelos graduados no exterior, terá periodicidade quadrimestral (antes era semestral). O processo de revalidação deverá ainda contemplar exame teórico e prova de habilidades clínicas.

Com a norma sancionada, serão criados ainda incentivos para a capacitação de médicos em atenção primária à saúde. Um dos objetivos dessa medida é diminuir a carência de profissionais de atenção primária em regiões prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente em localidades de difícil acesso.

A expectativa do governo é ampliar em 15 mil o número de médicos na atenção básica do SUS ainda em 2023, elevando o total para 28 mil. O impacto financeiro deverá alcançar cerca de R$ 712,5 milhões em 2023, subindo depois para cerca de R$ 3 bilhões anuais. Os recursos serão provenientes do Ministério da Saúde.

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Marcia Becker
Com informações da Agência Senado e da Agência Brasil

Fonte: Câmara Dos Deputados

Especialistas defendem melhorias no acesso ao diagnóstico e tratamento da distonia no SUS – Notícias

img20230711125046736

13/07/2023 – 20:13  

Em audiência pública da Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, especialistas pediram planejamento para melhorar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento no SUS da distonia, um distúrbio neurológico que provoca contrações musculares involuntárias. A distonia não tem cura, mas tem tratamento e, segundo dados do Ministério da Saúde, há mais de 65 mil distônicos no Brasil.

A neurologista Sara Casagrande explicou que a distonia provoca espasmos musculares, a maioria das vezes contínuos, que geram posturas anormais e torções corporais. A condição pode ser causada por predisposições genéticas, por efeitos colaterais de medicamentos ou por outros fatores.

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Sara Casagrande: é possível controlar sintomas da doença

Dificuldade de diagnóstico
A neurologista pediátrica Patrícia Moller disse que a distonia pode causar dor, deformidade nos ossos, internações frequentes e perda permanente de movimento, além de impactos sociais e econômicos, como abandono de estudos e dificuldade no mercado de trabalho.

Segundo a neurologista, apesar de não ter cura, é possível sim controlar sintomas, reduzir complicações e melhorar a qualidade de vida das pessoas com distonia. Mas, para isso, é importante o diagnóstico, que é complicado, já que não existem exames específicos. “A gente está falando de muitas crianças, muitos adolescentes e muitos adultos com distonia não tratada ou sequer diagnosticada no Brasil”, afirmou.

Os especialistas explicaram que, como a distonia ainda é pouco conhecida, pacientes sofrem com a falta de diagnóstico ou até com o diagnóstico equivocado. A distonia pode ser confundida com epilepsia, tiques e até refluxo.

De acordo com o neurologista Heitor Felipe Lima, é preciso capacitar os profissionais de saúde para reconhecer a distonia, para facilitar o diagnóstico e o tratamento adequado, além de garantir o acesso do paciente a uma rede de reabilitação multiprofissional, com fonoaudiólogos e fisioterapeutas, por exemplo.

O médico explicou que um dos tratamentos para a distonia é a aplicação regular da toxina botulínica, o botox, que diminui a quantidade de contrações involuntárias sem atrapalhar a função do músculo.

Formação dos profissionais
Para a deputada Rosângela Moro (União-SP), é essencial a ampliação da informação sobre a distonia. A deputada sugeriu a criação de uma cadeira obrigatória sobre doenças de origem genética nos cursos superiores de medicina e a capacitação de profissionais da porta de entrada do SUS.

“Saúde não é só cura, saúde é qualidade de vida e, se nós temos tratamentos disponíveis para melhorar a qualidade de vida, precisamos sim fornecê-los”, ressaltou.

Inclusão
Para a vice-presidente do Instituto Vidas Raras, Almira Awada, as pessoas com doenças e condições crônicas, como é a distonia, precisam ser incluídas na sociedade. Além de um tratamento integral, é necessário o direito à educação e ao trabalho.

Kedna de Souza Pereira, representante do Instituto Distonia Saúde, teve de abandonar a profissão de cabeleireira por causa da distonia, que demorou muito para ser diagnosticada.

“Eu fui diversas vezes nas emergências de hospitais públicos. Muitas. Na maioria delas, eu saía com uma tala no braço e tomava injeção para dor”, relatou.

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Kedna Pereira precisou abandonar a profissão de cabeleireira devido à distonia

Para Maria Nilde Soares, foram sete neurologistas em quatro anos e meio até que ela fosse diagnosticada. Nesse tempo, ela teve gastos desnecessários e adquiriu sequelas que poderiam ser evitadas com o diagnóstico e tratamento precoce. A ativista defende o acesso à informação.

“Nós não somos um fardo, somos vítimas de um diagnóstico errado, tardio”, lamentou.

Reportagem – Amanda Aragão
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara Dos Deputados

Cancelado debate sobre a importância do diagnóstico precoce de casos de câncer – Notícias

img20190607150250601

12/07/2023 – 08:05  

Divulgação/Governo de São Paulo

Médica olha uma mamografia

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados e frentes parlamentares mistas ligadas à saúde cancelaram o debate que realizariam nesta quarta-feira (12). Os parlamentares iriam ouvir o secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Nesio Fernandes de Medeiros Junior, sobre o diagnóstico precoce do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda não foi marcada nova data para discutir o assunto.

Diálogos com Saúde
O evento é parte da série de reuniões “Diálogos com Saúde”, proposto pela deputada Silvia Cristina (PL-RO) com o propósito de discutir as duas maiores causas mortis no País, que são as doenças cardiovasculares e o câncer.

“Atualmente no País, 650 mil brasileiros vêm a óbito anualmente em razão das doenças cardiovasculares e do câncer. Praticamente o resultado de uma pandemia por ano”, compara Silvia Cristina.

Os “Diálogos com Saúde” são realizados sempre às quartas-feiras, com a participação da sociedade médica especializada, médicos especialistas, profissionais da área, entidades representativas e poder público.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara Dos Deputados

Lei cria o Mês da Primeira Infância, para conscientização sobre a importância da atenção integral – Notícias

img20210701093958043

11/07/2023 – 10:56  

Acácio Pinheiro/Agência Brasília

A primeira infância é o período que vai de zero a seis anos de idade

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (10)  a Lei 14.617/23, que institui agosto como o Mês da Primeira Infância, durante o qual deve ocorrer a promoção de ações de conscientização sobre a importância da atenção integral às gestantes e às crianças de até 6 anos de idade e às suas famílias.

A nova norma foi publicada nesta terça-feira (11) no Diário Oficial da União. A lei teve origem no PL 2034/21 , de iniciativa do Poder Executivo, aprovada pela Câmara dos Deputados em 2021 e pelo Senado no mês passado.

O texto prevê que no Mês da Primeira Infância sejam realizadas ações integradas, em nível nacional, estadual, distrital e municipal, com o intuito de promover amplo conhecimento sobre o significado da primeira infância pela família, a sociedade, os órgãos do poder público, os meios de comunicação social, o setor empresarial e acadêmico; respeito à especificidade do período da vida conhecido como primeira infância; oferta de atendimento integral e multiprofissional à criança na primeira infância e sua família, entre outros.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara Dos Deputados

Cancelada audiência sobre acesso de pessoas idosas ao esporte – Notícias

img20221130181622982

11/07/2023 – 07:58  

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Flávia Morais, autora dos requerimentos para a realização do debate

As comissões do Esporte, de Saúde e de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados cancelaram a audiência pública conjunta que fariam nesta quarta (12) para debater estratégias para melhorar a adesão e o acesso das pessoas idosas à prática de esportes.

O debate havia sido sugerido pela deputada Flávia Morais (PDT-GO). “Considerando a evolução quantitativa desde 1900, o perfil demográfico das populações mundo afora e particularmente o brasileiro está sofrendo alterações significativas, em especial pelo crescimento relativo dos idosos”, diz a deputada. “Para tanto, se faz importante a presença de idosos cada vez mais ativos e engajados, sendo o esporte e o lazer vias representativas para que essa condição exista”, completa.

A audiência ainda não foi remarcada.

Da Redação – AC

Fonte: Câmara Dos Deputados

Comissões fazem reunião conjunta para debater acesso de pessoas idosas ao esporte – Notícias

img20221130181622982

10/07/2023 – 18:39  

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Flávia Morais, autora dos requerimentos para a realização do debate

As comissões do Esporte, de Saúde e de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados realizam, na quarta-feira (12), audiência pública conjunta para debater estratégias para melhorar a adesão e o acesso das pessoas idosas à prática de esportes.

O debate foi sugerido pela deputada Flávia Morais (PDT-GO). “Considerando a evolução quantitativa desde 1900, o perfil demográfico das populações mundo afora e particularmente o brasileiro está sofrendo alterações significativas, em especial pelo crescimento relativo dos idosos”, diz a deputada. “Para tanto, se faz importante a presença de idosos cada vez mais ativos e engajados, sendo o esporte e o lazer vias representativas para que essa condição exista”, completa.

Foram convidados para a audiência pública, dentre outros:

– a coordenadora-geral de Prevenção às Condições Crônicas na Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Gilmara Lúcia dos Santos;

– o coordenador-geral de Política do Envelhecimento Ativo e Saudável e Desenho Universal do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, Kenio Costa de Lima;

– o presidente do Conselho Federal de Educação Física (Confef), Cláudio Augusto Boschi;

– a diretora de Esporte Amador, Lazer e Inclusão Social do Ministério do Esporte, Rejane Penna Rodrigues.

Confira aqui a lista completa de convidados e a pauta da reunião.

A audiência pública será realizada às 15 horas no plenário 4.

Da Redação – AC

Fonte: Câmara Dos Deputados

Comissão debate acesso a tratamentos para distonia no Sistema Único de Saúde – Notícias

img20210813151159150

10/07/2023 – 10:46  

Marcelo Casal Jr./Agência Brasil

Objetivo é discutir como garantir o diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento adequado no SUS

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta terça-feira (11) para discutir a necessidade de ampliação do acesso a tratamentos para distonia no Sistema Único de Saúde (SUS).

A audiência atende a requerimento da deputada Meire Serafim (União-AC). Segundo ela, a distonia, que se caracteriza por contrações musculares involuntárias que resultam em movimentos e posturas anormais, afeta inúmeras pessoas no País, e o debate proposto visa lançar luz sobre as dificuldades enfrentadas pelos indivíduos afetados e suas famílias.

“O objetivo é ampliar a conscientização pública e dos formuladores de políticas sobre a distonia e suas implicações. Devido à variedade de formas e gravidades da distonia, o manejo eficaz desta condição pode ser extremamente complexo e requer uma abordagem personalizada”, afirma.

A deputada destaca que muitos pacientes com distonia necessitam de terapias múltiplas e interdisciplinares, incluindo medicação, fisioterapia, terapia ocupacional e, em alguns casos, cirurgia. “No entanto, muitas dessas terapias podem não estar facilmente disponíveis para todos os pacientes, especialmente aqueles que dependem do sistema de saúde pública”.

Meire Serafim ressalta ainda que o diagnóstico da distonia pode ser um desafio. “A falta de conhecimento sobre a condição entre os profissionais de saúde muitas vezes leva a atrasos no diagnóstico e tratamento, o que pode resultar em piora dos sintomas e qualidade de vida reduzida”, acrescenta.

Convidados
Foram convidados para discutir o assunto:
– a presidente do Instituto Distonia Saúde, Maria Nilde Soares;
– o neurologista Heitor Felipe Lima;
– a neurologista pediátrica Patrícia Dumke da Silva Moller.

Confira a lista completa de convidados

A audiência pública está marcada para as 10 horas, no plenário 7.

Da Redação – MB

Fonte: Câmara Dos Deputados

Projeto estabelece diretrizes básicas para saúde das mulheres com endometriose – Notícias

img20230530160534535

05/07/2023 – 17:51  

Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Dayany Bittencourt: doença deixa mulheres dependentes de remédios contra a dor

O Projeto de Lei 1069/23 inclui a endometriose com manifestação incapacitante no rol de doenças que independem de carência para a concessão de auxílio-doença e de aposentadoria por invalidez. O texto determina que a mulher acometida pela doença tenha tratamento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com atendimento multidisciplinar, acesso a exames complementares, assistência farmacêutica e acesso a modalidades terapêuticas reconhecidas, inclusive fisioterapia e atividade física.

A proposta estabelece diretrizes básicas para melhoria da saúde das mulheres com endometriose.

A autora do projeto, deputada Dayany Bittencourt (União-CE), afirma que, como doença incapacitante laboral definitiva, a endometriose causa dores abdominais intensas e recorrentes, deixando várias mulheres dependentes de analgésicos extremamente fortes para o controle da dor e do uso constante de anti-inflamatórios.

“Há casos em que as manifestações da doença incluem sangramento nas fezes, dor na relação sexual, podendo causar sintomas adicionais como fadiga, cefaleia, além de distúrbios emocionais, psicológicos e do sono”, justificou.

Tramitação
O texto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara Dos Deputados

Projeto torna fisioterapia preventiva obrigatória nas empresas – Notícias

img20230419125528019

05/07/2023 – 10:44  

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

José Nelto: número de afastamentos por LER e Dort tem crescido

O Projeto de Lei 1091/23 torna obrigatória a oferta de fisioterapia preventiva no ambiente de trabalho de empresas públicas e privadas, a fim de evitar doenças ocupacionais e promover a saúde dos trabalhadores com ações de orientação, avaliação e tratamento. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

Pela proposta, as empresas deverão oferecer fisioterapeutas para a avaliação dos empregados, com o intuito de identificar lesões ou desconfortos, e realizar campanhas de conscientização. Trabalhadores terão direito a sessões de fisioterapia preventiva, com frequência mínima semestral, independentemente de queixas ou sintomas.

“O total de Lesões por Esforços Repetitivos (LER) ou Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort), as doenças que mais afetam os trabalhadores, passou de 3.212, em 2007, para 9.122, em 2016, alta de 184% em nove anos”, diz o autor da proposta, deputado José Nelto (PP-GO), ao defender a medida. Os dados são do estudo Saúde Brasil 2018, produzido pelo Ministério da Saúde.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara Dos Deputados